A Itaú Cultural Play (IC Play), plataforma de streaming gratuita de cinema brasileiro, disponibiliza uma seleção de filmes exibidos na 18ª CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto. Ao todo são sete produções que estarão disponíveis até o dia nove de julho. Os filmes selecionados estão alinhados com a temática histórica da Mostra que celebrou a música preta no Brasil. O acesso à programação é via o site www.itauculturalplay.com.br e dispositivos móveis Android e IOS.

Dedicada exclusivamente ao cinema e audiovisual produzidos no Brasil, a IC Play abre cada vez mais espaço à programação de eventos da área, se tornando um ponto de referência na disponibilização de conteúdos destes eventos, favorecendo o acesso a essas produções de qualquer região do país. Além da CineOP, os festivais 15º In-Edit – Festival Internacional do Documentário Musical e o 12º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba também disponibilizaram obras cinematográficas na plataforma durantes as suas realizações. Estas programações fazem parte da comemoração de dois anos da IC Play, completados em 19 de junho, no Dia do Cinema Brasileiro.

Os sete filmes da programação da 18ª CineOP que estão no IC Play, representam um recorte da Mostra que se volta para as memórias e para o presente de uma cultura musical de matriz africana, com seus desdobramentos e invenções locais, enfatizando e problematizando sua relação com o cinema e o audiovisual em geral, tanto aquele feito algumas décadas atrás quanto aquele realizado no contemporâneo.

O público poderá assistir na plataforma IC Play os filmes “O Lugar Mais Seguro do Mundo” ( Aline Lata e Helena Wolfenson), “Tim Maia” (Flávio Tambellini), “Trem do Soul” (Clementino Jr.), “A bata do milho” (Eduardo Liron e Renata Mattar), “A jornada de Valente” (Rodrigo de Janeiro), “Arruma um pessoal pra gente botar uma macumba num disco” ( Chico Serra) e “Brasilianas: Cantos de Trabalho – Música Folclórica Brasileira” ( Humberto Mauro).

Filmes da 18ª CineOP no IC Play

O Lugar Mais Seguro do Mundo”, filme de Aline Lata e Helena Wolfenson, acompanha Marlon, um jovem cuja vida foi transformada depois que sua cidade foi soterrada pelo rompimento de uma barragem de rejeito de minério. Refugiado de sua casa, ele enfrenta novos desafios e presencia a repetição de mais uma tragédia da mineração no Brasil. “O lugar mais seguro do mundo” é a forma de Marlon se referir ao seu lugar de origem, hoje cercado por câmeras e seguranças. Ironicamente, ele garante que nada mais pode acontecer lá.

Tim Maia”, documentário de Flávio Tambellini de 1987, antes de celebrár o protagonista em sua importância artística com enfoque nacionalista, coloca-o em uma perspectiva pessoal, política e cênica, sem entrar em sua casa ou na performance de sua intimidade. No filme, Tim reflete sobre a criação musical, sobre o sofrimento amoroso e sobre a presença preta no Brasil, sobretudo no Rio, no banco de trás de um carro conversível em movimento.

Trem do Soul”, documentário de Clementino Jr., segue a linha do tempo traçando uma cartografia memorial e afetiva de um movimento jovem, preto e periférico que mexeu com corações, corpos, mentes e até com as fardas na década de 1970, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O filme celebra, por meio das vozes dos participantes daquele fenômeno cultural urbano e preto, a inventividade brasileira, mais especificamente carioca, ao criar, a partir da matriz estrangeira, tanto nos figurinos quanto nas coreografias dos bailes, sem deixar de alinhar-se com o viés político de afirmação dos pretos e pretas brasileiros.

A bata do milho”, de Eduardo Liron e Renata Mattar, é um documentário gravado na região de Serra Preta, sertão da Bahia, onde encontraram famílias de trabalhadores rurais que cultivam o milho nos modos tradicionais, enquanto cantam canções tradicionais que dão ritmo e beleza ao trabalho duro. No filme, a vivência dos trabalhadores do campo é incorporada a inteligentes desdobramentos estéticos para retratar um cotidiano comum na vida dos interiores.

A jornada de Valente”, ficção de Rodrigo de Janeiro, é um retrato pictórico sobre o sambista lendário, Assis Valente. O filme apresenta a biografia do músico de forma sensorial, captando um mundo dividido entre alegria e desespero.

Arruma um pessoal pra gente botar uma macumba num disco”, de Chico Serra, é um documentário musical em torno das criações sonoras de Getúlio Marinho (1889-1964), responsável por levar os pontos de macumba para o disco. Através de materiais de arquivos diversos, músicas e depoimentos, o filme investiga a influência das religiões de origem africana na música e na cultura popular brasileira a partir do final da década de 1920, período que coincide com a expansão do rádio e da indústria fonográfica.

Brasilianas: Cantos de Trabalho – Música Folclórica Brasileira”, de Humberto Mauro, é um curta realizado nos anos 50. O filme traz o ritmo de músicas inspiradas nas atividades do trabalho: apresentação do canto do pilão, do barqueiro e da pedra. A obra foi filmada em Volta Grande, Minas Gerais.

SOBRE A 18a CINEOP

Durante seis dias de evento, o público terá oportunidade de vivenciar um conteúdo inédito, descobrir novas tendências, assistir aos filmes, curtir atrações artísticas, trocar experiências com importantes nomes da cena cultural, do audiovisual, da preservação e da educação, participar do programa de formação e debates temáticos de forma gratuita.

ABERTURA OFICIAL

EXIBIÇÃO DE FILMES – LONGAS, MÉDIAS E CURTAS

PRÉ-ESTREIAS E MOSTRAS TEMÁTICAS

HOMENAGEM

MOSTRINHA

MOSTRA VALORES

SESSÕES CINE-ESCOLA

18o ENCONTRO NACIONAL DE ARQUIVOS E ACERVOS AUDIOVISUAIS BRASILEIROS

ENCONTRO DA EDUCAÇÃO: XV FÓRUM DA REDE KINO

DEBATES, DIÁLOGOS E RODAS DE CONVERSA

OFICINAS

MASTERCLASSES INTERNACIONAIS

PERFORMANCE AUDIOVISUAL

EXPOSIÇÃO

LANÇAMENTO DE LIVROS

CORTEJO DA ARTE

SHOWS

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SERVIÇO

18ª CINEOP – MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO | 21 A 26 DE JUNHO DE 2023 | PRESENCIAL E ONLINE

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LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA

LEI ESTADUAL DE INCENTIVO À CULTURA
Patrocínio Máster: Instituto Cultural Vale

Patrocínio: Itaú, Cemig/Governo de Minas Gerais
Parceria Cultural e Educacional: Universidade Federal de Ouro Preto, Sistema Fecomércio MG Sesc Senac Sindicatos Empresariais, Instituto Universo Cultural

Apoio: Prefeitura de Ouro Preto e Casa da Mostra
Idealização e realização: Universo Produção
SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA E TURISMO DE MINAS GERAIS
MINISTÉRIO DA CULTURA/GOVERNO FEDERAL/ UNIÃO E RECONSTRUÇÃO