SKOL homenageia o bloco que mais une foliões no mundo com réplicas do Galo da Madrugada

Ação da cerveja SKOL em comemoração aos 40 anos do Galo da Madrugada espalha esculturas de galos pintadas por artistas plásticos pernambucanos em diversos pontos turísticos de Recife e Olinda.

O maior ícone da folia pernambucana, o Galo da Madrugada, comemora neste Carnaval 40 anos. E desses, pelo menos 10 assinados pela SKOL. Por isso, o aniversário do bloco que junta mais gente no carnaval de Pernambuco será redondo. A ideia da SKOL é conectar as pessoas, quebrar os padrões e surpreender o folião com ações divertidas.

A primeira grande novidade já pode ser vista nas ruas do Recife e Olinda. Seis artistas plásticos pernambucanos foram convidados pela SKOL para fazer 10 Galos a partir de histórias reais vivenciadas no maior bloco de rua do mundo.

É a Galeria Redonda, uma intervenção cultural pensada pela SKOL em diversos pontos da cidade, com réplicas de galos feitos em fibra de vidro, com aproximadamente três metros de altura, feitos pelos artistas pernambucanos em homenagem ao aniversariante.

E já que o Galo da Madrugada é o responsável por juntar uma multidão de foliões no Sábado de Zé Pereira, as 10 réplicas da Galeria Redonda também representam essa união de pessoas. São cinco temáticas: “Galo que Junta Casais”, “Galo que Junta Culturas”, “Galo que Junta Amigos”, “Galo que Junta o País” e “Galo que Junta Gerações”.

A exposição dos galos idealizada pela SKOL ficará nas ruas até o dia 28 de fevereiro, deixando o carnaval de Recife e Olinda ainda mais colorido. Conheça cada um dos Galos da Galeria Redonda:


Galo que Junta Casais

Avenida Rio Branco (Recife Antigo) e Jardim (Boa Viagem)

Pintados pelo casal de artistas plásticos Mila Cavalcanti e Rafa Saraiva, as duas réplicas do “Galo que Junta Casais” foram inspiradas na história de Nonô Germano e Daniela Freire, que se casaram no desfile do Galo 2017, em cima do trio elétrico, com direito a juiz e mais de um milhão de foliões como testemunhas. As obras estão expostas na calçada na Avenida Rio Branco (Recife Antigo) e no Segundo Jardim (Boa Viagem).

Foto: Lana Pinho

Galo que Junta Culturas

Parque Dona Lindu (Boa Viagem) e na Rua da Aurora

O artista plástico ZerOff ficou com a temática “Galo que Junta Culturas”. Ele se inspirou nas diversas manifestações culturais presentes no galo, como os grupos de passistas e de maracatu. Os galos de ZerOff estão instalados no Parque Dona Lindu (Boa Viagem) e na Rua da Aurora.

Foto: Lana Pinho

Foto: Lana Pinho

Galo que Junta Amigos

Parque da Jaqueira e Museu Cais do Sertão

As obras do “Galo que Junta Amigos” representam os grupos de amigos que se formam todos os anos durante o desfile do Galo da Madrugada. Já que a temática é amizade, o coletivo Vacilante, formado pelos amigos Luciano Mattos, Heitor Pontes e Alexandre Pons, foi o responsável pelas alegorias, que estão Parque da Jaqueira e Museu Cais do Sertão.

Foto: Lana Pinho

Foto: Lana Pinho

Galo que Junta o País

Praça do Derby e no Alto da Sé (Olinda)

Para pintar as alegorias do “Galo que Junta o País” foi convocada a jovem artista Ianah Maia. Com muito colorido e representatividade, Ianah se inspirou nos blocos afros de Salvador e sua relação com religiões de matriz africana e na diversidade das escolas de samba do Carnaval do Brasil. Batizados de Galo Afro Axé e Galo Afro Bapho, podem ser vistos na Praça do Derby e no Alto da Sé (Olinda).

Galo que Junta Gerações

Estação Central do Recife e Shopping RioMar

Finalizando a Galeria Redonda, o “Galo que Junta Gerações” foi pintado por três artistas. Um deles ficou sob responsabilidade de Galo de Souza. O segundo, inspirado na história da família fundadora do Galo da Madrugada, ficou sob responsabilidade do médico e artista plástico André Valença, que convidou o parceiro Sandro Maciel para dividir a tela. A obra de Galo de Souza está na Estação Central do Recife, enquanto a de André Valença foi instalada no Shopping RioMar.

Foto: Lana Pinho

SOBRE A SKOL

Favorita entre os brasileiros, a cerveja SKOL tem a cara do verão pernambucano. É uma cerveja tipo Pilsen, de baixa fermentação, suave, cristalina, de um dourado límpido. Ela é leve, refrescante e com sabores equilibrados de malte e lúpulo. Combina com os dias de sol, por isso, é perfeita para se beber estupidamente gelada.

Sobre ZerOff:

Aristas jovem nascido no Norte de Pernambuco, tem um trabalho visual experimental muito ambicioso. O grafite é predominante na sua arte, sempre usando elementos urbanos com formas extremamente geométricas e gráficas. Seu estilo tem como referências os bonecos de madeira, mais conhecidos por mamulengos.

Sobre Mila Cavalcanti e Rafa Saraiva:

Mila Cavalcanti e Rafa Saraiva são casados, natural de Recife, ambos formados em Artes Plásticas pela Escola Panamericana de Artes e Design de São Paulo, onde também cursaram História da Arte. Mila também é formada em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, pela UFPE; e Rafa, em Desenho Industrial – Programação Visual (atual Curso de Design) pela UFPE, além de ser sócio fundador e Diretor Criativo da Cordel Comunicação.

Juntos, fazem arte há mais de 18 anos e a criatividade do casal é exercitada em todas as áreas: artes plásticas, design e publicidade. Rafa se inspira e trabalha com referências do Armorial, Xilogravura, da música e cultura nordestina. Mila dedica-se principalmente à pintura, misturando o tecido chita com tinta a óleo ou acrílica, técnica que já virou sua identidade.

Sobre Vacilantes:

Nascido em novembro de 2013, como forma de escape criativo do meio publicitário, o Vacilante é um coletivo de arte do Recife, formado por três grandes nomes da arte local. Colagem, grafite, acrílica, óleo, excesso de informação e sobreposição de erros em busca de equilíbrio, essa é a ideia e a prática do Vacilante.

Sobre Ianah Maia:

Artista visual, ilustradora, tatuadora, grafiteira. Ianah Maia trabalha, principalmente, com temáticas que giram em torno da representatividade da mulher negra e sua relação com a natureza.

Sobre Galo de Souza:

Natural do Recife, gostava de desenhar nas paredes e nunca pensou que um dia isso seria visto como arte. Considerado um dos precursores do grafite pernambucano, foi impulsionado pelos lampejos iniciais do movimento hip-hop na periferia do Recife. Hoje é aclamado como um dos maiores artistas de street art do país, tendo suas obras espalhadas por muros, galerias e residências de todo o Brasil e exterior.

Sobre André Valença:

Formado em Medicina pela UFPE, morou em no Rio de Janeiro e no Paraná, onde adquiriu o hábito de frequentar galerias e leilões de arte. Ao retornar para o Recife matriculou-se no Curso livre de desenho e pintura com George Barbosa, na Galeria Sinay Neves. Desde então não largou mais as atividades de pintura e desenho.Fez a sua primeira mostra de pinturas intitulada “Setembro” em 1998, com apresentação de Ploeg. Vem participando regularmente de exposições coletivas como as da Galeria Sobrado e do projeto “Arte Em Toda Parte” em Olinda.

Sobre Sandro Maciel:

Natural de Olinda nasceu em 1965 , formado em marketing , vive e trabalha em Olinda, seu santuário a céu aberto. Teve o primeiro contato com arte aos 14 anos quando conheceu o pintor José Cláudio, com quem trabalhou por sete anos. O atelier de Zé Cláudio foi sua grande escola de belas artes. Ao longo de sua carreira conheceu e pintou com grandes nomes da pintura brasileira tais como Ivan Market, Guita Charifker, João carneiro da cunha e Gilvan Samico. Desde então tem sua produção artística espalhada pelo Brasil e em diversos países pelo mundo.

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