Romero Ferro apresenta Arsênico no Coquetel Molotov

O show do disco, que completa um ano em outubro, já passou por Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, João Pessoa e Natal

O cantor e compositor Romero Ferro leva para o Coquetel Molotov, neste sábado, 21 de outubro, o show do disco “Arsênico”. A data tem sabor de festa: há exatamente um ano, o álbum chegava às lojas, iniciando uma trajetória de sucesso, que culminou com a indicação ao Prêmio da Música Brasileira 2017. A projeção do PMB também lhe rendeu participações na TV, em atrações como “Sem Censura” e “Encontro com Fátima Bernardes”, além de bate-papos especiais com Leda Nagle em seu canal no YouTube e com o jornalista Carlos Albuquerque, o Calbuque, na rádio Roquete Pinto. O espetáculo vai misturar músicas do álbum “Arsênico” e do EP “Sangue e Som” com duas releituras inéditas de compositores pernambucanos “Estou muito empolgado com esse show no Molotov, principalmente por eu ser uma das atrações do palco AESO, faculdade em que me formei em produção fonográfica”, diz o artista, que terá uma participação mais que especial ao seu lado, que logo será anunciada.

“Arsênico” é primeiro o disco de Romero Ferro e foi gravado no Recife, no Fábrica Estúdios, com produção do expert Diogo Strausz (carioca responsável pelos últimos discos de Alice Caymmi, Castelo Branco e Chay Suede). “São dez músicas autorais. Muita gente me dizia que era loucura, mas eu acreditei e tive o apoio de Maurício Spinelli, meu sócio e parceiro nessa viagem. Um ano depois, não poderia estar mais feliz com tudo que o trabalho me proporcionou. Outro dia, amigos de Belém me ligaram para dizer que uma rádio importante de lá estava falando do disco durante toda a semana”, festeja Romero. Além de ser mostrado em cidades pernambucanas como Recife, Olinda, Garanhuns, Bom Conselho e Limoeiro, o show “Arsênico” passou por Maceió/AL, Natal/RN, João Pessoa/PB, Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP. O álbum também conquistou críticas elogiosas de jornalistas como Mauro Ferreira (G1/RJ), Juarez Fonseca (Zero Hora/RS), André Felipe de Medeiros (Monkeybuzz/MTV/SP), Artur Barros (Collectors Room/SC), Danieli Souza (Folha de Londrina/Jornal do Paraná), Lucas Simões (Jornal O Tempo/BH) e Sandra Bittencourt (CBN/PE).

Para quem ainda não viu Romero ao vivo, é bom se preparar: além da forte presença de palco, o show traz roteiro do jornalista Cleodon Coelho, que já assinou programas como “Som Brasil” e “Estação Globo”, apresentado por Ivete Sangalo. “Acho que o palco deu ainda mais força às canções do disco. A cada show, as músicas crescem mais. Quem provou desse veneno chamado ‘Arsênico’, não se arrependeu”, brinca o cantor, que nasceu em Garanhuns e começou sua carreira com o lançamento do EP “Sangue e Som”, em outubro de 2013. Na época, o artista lançou três clipes no YouTube, que já somam mais de 350 mil visualizações. Após passagens bem-sucedidas pelo carnaval pernambucano e por festivais de música como o Mada (RN), Janeiro de Grandes Espetáculos (PE) e Móbile (PB), Romero foi destaque na capa do Segundo Caderno, no jornal carioca “O Globo”, saudado como um dos principais artistas responsáveis pela revitalização da música em Pernambuco. Tem mais: o clipe da música “Arsenal”, com mais de 10 mil visualizações na primeira semana de exibição no YouTube, foi premiado no FestCine 2015.

Para divulgar o novo trabalho, o músico lançou em outubro o clipe de “O Medo em Movimento”. O vídeo mostra Romero Ferro preso, ora com as mãos acorrentadas, ora vigiado por criaturas mascaradas. O roteiro foi do próprio músico em parceria com Carol Silveira, que também fez a direção criativa. A ideia é discutir questões políticas. O disco “Arsênico” conta com a participação de Amaro Freitas na coprodução e teclados, Patrick Laplan (ex-Los Hermanos) nas baterias, Guilherme Eira nas guitarras, Nego Henrique (ex-Cordel do Fogo Encantado) nas percussões, o trio de metais composto por Nilsinho Amarantes (trombone), Fabinho Costa (trompete) e Liudinho Souza (sax), e o coro das irmãs Sue e Surama Ramos. A produção geral é de Maurício Spinelli e Jana Constantino, a assessoria da Rabixco Comunicação, figurinos de Carol Silveira, identidade visual de Caramurú Baumgartner, fotos de Lana Pinho e maquiagem de Monique Caires. As faixas passeiam pelo soul, funk, rock, dance music, entre outras experimentações.

Quem quiser conhecer o trabalho do cantor, é só procurar nas plataformas digitais. O disco físico também pode ser encontrado em lojas e no site passadisco.com.br. Além de ganhar boas críticas, o álbum já rendeu pelo menos uma polêmica. O clipe da música de trabalho, O Medo em Movimento, foi censurado pelo Facebook por conter uma rápida cena de nudez. “Foi um hipocrisia grande de quem denunciou. A nudez não ofende ninguém. Acabou chamando mais atenção para o meu trabalho”, comemora o artista, que tem outros três clipes lançados. “Quero que meu trabalho provoque o ouvinte. Não gostaria de ser aquele artista que canta para o próprio umbigo. Adoro quando um fã chega para mim e diz que tal frase é a cara dele”, argumenta. Pelo menos uma admiradora famosa já deu seu aval publicamente. Quando ouviu o verso “O não às vezes abre portas”, da faixa Até Onde Se Vai, Leda Nagle confessou que era exatamente o que tinha vivido nos últimos meses. “Isso é uma resposta maravilhosa. Sinal de que estou no caminho certo”, afirma Romero, que ainda mantém um respeitado projeto paralelo, Frevália, em que revigora o frevo, provando que o ritmo tem fôlego para sobreviver – como qualquer boa música pop – durante o ano todo.

Pra ouvir o DISCO!

Spotify: http://migre.me/vpK20

Clipe Novo: https://www.youtube.com/watch?v=Wng_HNlDNAo

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