Nesta segunda, 13 de setembro, é comemorado o Dia Nacional da Cachaça, bebida feita a partir da destilação da cana de açúcar. E, para além de saborosa e plural, a cachaça tem importância considerável na economia do Brasil, movimentando cerca de R$ 7 bilhões e 500 milhões em sua cadeia produtiva anualmente no País. Não à toa, em território nacional, são produzidos cerca de 1,4 bilhão de litros de Cachaça por ano, segundo dados recentes do Centro Brasileiro de Referência da Cachaça e Euromonitor (CBRC) em 2019. 

Em consumo, esse índice representa, aproximadamente 6,29 litros percapita. Levando em consideração apenas brasileiros entre 18 e 55 anos, os valores aumentam: 10,5 litros por indivíduo. Para dar conta da demanda, são milhares de produtores de cachaça e mais de 4 mil marcas em solo nacional. Deste total, 98% são pequenas e microempresas. Mas, somente cerca 1% de nossa produção é exportada, o que demonstra, que apesar da cachaça ser o terceiro destilado consumido no mundo, 99% desse consumo é interno. 

Alemanha, Itália, França, Espanha, Uruguai, Argentina, Chile… são alguns dos países que mais importam a cachaça tipicamente brasileira. 

Para título de comparação, de acordo com o Centro Brasileiro de Referência da Cachaça e Euromonitor, o Brasil tem uma contribuição anual de R$ 51 bilhões no mercado de bebidas alcoólicas, sendo o terceiro maior mercado em volume total, atrás apenas, claro, de China e Estados Unidos. 

E Minas é o maior produtor de cachaça alambique no país, enquanto os paulistas lideram a produção da cachaça de coluna. Em Minas, a Cachaça de alambique, por Lei Estadual, é, inclusive, considerada patrimônio cultural do estado. Além disso, segundo o Centro de Indústrias de São Paulo, em pesquisa realizada em 2010, a Cachaça é, também, o produto que mais tem a “cara” brasileira. 

VEM AÍ EXPOCACHAÇA + BRASILBIER EM BH: MUITO MAIS SABOR! 

Com tanta importância e valor em território nacional, nada melhor que difundir essa cultura para mais pessoas. É por isso que a ExpoCachaça está de volta para realizar a sua 30ª edição agora em 2021, e dessa vez com muito mais sabor, já que será realizada tradicionalmente em paralelo com a 14ª edição do BrasilBier, unindo assim duas cadeias produtivas de bebidas artesanais: a cachaça e as cervejas artesanais. 

O evento acontecerá entre os dias 25 e 28 de novembro, e de “casa nova”, voltando a ser realizado na Serraria Souza Pinto, onde tudo começou. Localizada na Avenida Assis Chateaubriand, 889, na região central de Belo Horizonte, abaixo do Viaduto Santa Tereza e ao lado do Parque Municipal de Belo Horizonte, após uma série de detalhes ajustados com promotores de eventos, autoridades sanitárias e políticas e dos setores de cultura e turismo, em razão da atual pandemia de Covid-19. 

“Estávamos programados para que o evento ocorresse em outubro, mas achamos por bem alterar para novembro, quando teremos praticamente 100% da população de Belo Horizonte, Região Metropolitana, municípios mineiros e de outros estados já vacinados. Além disso, teremos alguns eventos realizados em agosto, setembro e outubro que servirão para observarmos os protocolos adotados. Até novembro, esses protocolos deverão ter flexibilização, especialmente para a presença de público, que ajudará no formato da Expocachaça e Brasilbier que tem shows em sua programação, acústicos e com as bandas no Mezanino da Serraria”, afirma José Lúcio Mendes, presidente e promotor dos eventos. 

Assim, neste ano, a ExpoCachaça chega em novo formato, com infraestrutura adaptada para o “novo” normal, com programação repaginada, expositores com novidades no mercado, entrada de público controlada e atrações imperdíveis que em breve serão reveladas. 

“A Serraria Souza Pinto é um espaço com bastante ventilação natural, o que é um fator importante para o protocolo Sanitário, é no centro da cidade de BH e com uma boa estrutura de hotéis para atender ao público da feira. Faremos um belíssimo evento e com grandes negócios, como foi nas 29 edições anteriores, que contaram com um público de 2.292.000 de visitantes e mais de 400 milhões em negócios realizados nas Feiras e no pós-feiras”, finaliza José Lúcio Mendes

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